Domingo, 25 de Janeiro de 2015

A velha Malu companheira de caminhadas.

Andando com Malu tem de se ser esperto. Sabe? “um olho no padre outro na missa”. Essa atenção é tanto para o bem dela, sua proteção, como para encher de admiração a minha alma.

Malu&sombra (2).jpg

 

 

 

Agora mesmo fiz uma conta interessante. Malu tem quase 11 anos e como ando na rua com ela todos os dias isto significa o impressionante número 4.015. Mas como saímos pela manhã e à tarde a coisa dobra, 8.030 caminhadas. Como levamos em média meia-hora em cada passeio voltamos à 4.015, agora significando horas. Dividindo por 12 chegamos à 335. Compreende? Quase um ano de minha vida de 71 foram gastos caminhando em companhia dela. Não poderia deixar de perceber cada mudança de disposição, e o que ela queria me dizer com seus gestos. Ela também aprendeu muito da linguagem humana comigo. Veja, ontem ia pedalar com o amigo João Bosco e, como upgrade, com Sandrita.

JBoscoSandraZé (2).jpg

 

Assim, depois de andarmos 15 min, ela disposta a andar bastante, lhe disse: Malu, hoje eu vou andar de bicicleta, a gente tem de voltar. Ela me olhou e sem pestanejar deu meia volta e marchou cheia de dignidade ofendida. Dizem que para um cão entender o dono a ordem precisa ser dada com duas palavras, Malu que não gosta de ser mandada prefere uma frase inteira como explicação e desculpa.

Hoje ela teve duas reações que me divertiram. Descendo a rua ela parou para lamber alguma coisa na perna e eu me adiantei.

 

Malu&sombra (1).jpg

 

Pra quê! Ouvi um latido, um só, que soou como um: Ei Zé, peraí; a gente veio pra andar junto ou o quê? Voltei e ela recomeçou andar. Depois de termos dado uma volta – ela fazendo xixi e cocô que apanhei  e depois de entrar na padaria – viu lá na frente um cachorro na coleira e sua dona. Ela parou e começou um interessante ritual de enfrentamento que já descrevi de outra vez. Ela levanta a cabeça devagar (para parecer mais alta do que é) e começa um passo marcial (parece um soldado marchando) cheio de dignidade. O grandão veio se aproximando, ela parou expectante, ele passou distraído e só então ela voltou a vida civil, a ser a velha Malu companheira de caminhadas.  

publicado por joseadal às 10:37
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Quinta-feira, 22 de Janeiro de 2015

Malu esqueceu de tirar um ponto.

Maluzinha conseguiu tirar os pontos de sua operação do útero inflamado. Mas esses dias ela vinha coçando a barriga com a patinha direita. Ás vezes ela fazia isso quando pegava um carrapato andando em algum capim. O inseto nas costas incomodava e ela coçava a barriga por não poder coçar as costas. Mostrei ao veterinário Rogério um machucadinho na barriga feito pelo coçar dela. Apertando o local saiu alguma massa e... um ponto, que ele teve de cortar.

IMG_20150121_095222.jpg

 

Malu tirou todos os pontos que pode pegar com os dentes, este, dentro da carne ela não conseguiu e lhe irritava. Pronto, acabou a coceira.

É preciso estar atento ao que o cãozinho da gente faz. É uma prova de que gostamos dele.

publicado por joseadal às 23:47
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Quarta-feira, 10 de Dezembro de 2014

Malu passou por um real perigo de vida.

utero-normal.jpg

 

O útero de um poodle é uma tripa em forma de V e tem a espessura de uma caneta esferográfica. Mas quando há uma invasão de bactérias, piometria, ela fica semelhante a uma linguiça cheia de pus.

operação (1).jpg

 

 

O perigo é duma infecção generalizada espalhada pelo sangue ou pelo rompimento do útero na cavidade torácica. Ficamos agradecidos a perícia do veterinário Rogério, da clínica Bichos e Caprichos, em Niterói. Acordada da operação Malu se levantou e veio a porta do canil encostar-se em mim. Depois, cansada e dolorida deitou me olhando.

operação (3).jpg

 

A vontade que tinha era de trazê-la para casa, mas por conselho do doutor deixei-a lá, deitada quietinha. Amanhã ela volta pra caminha dela.

publicado por joseadal às 23:06
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Segunda-feira, 3 de Novembro de 2014

Foi embora, Malu, foi lá pra Papai do céu.

Malu perdeu um amigo. Houve tempo em que ela saia de casa e ia direto ao portão da casa do Hoby, um cão amarelo, misto de vira-lata com buldog. Todo músculos, a família deixava que ele andasse sozinho na rua, pela manhã bem cedo e a noite. Andava num trote rápido parando a toda hora para marcar território. Ficou conhecendo Malu quando ela era só um cãozinho e daí para frente sempre parava seu passeio para cheirar e ficar um pouco com a gente. Depois do primeiro cio Hoby tornou-se um problema quando Malu estava assim. Não chegava a ser agressivo, mas muito forte apoiava as patas em mim, de pé, quando colocava Malu no colo. Não dava trégua. Muitas vezes, tive de sair de carro para Malu andar sossegada em outro lugar. Ela se sentia toda prosa tendo aquele admirador parrudo.

(procurei, procurei e não achei nenhuma foto de Hoby sozinho ou com ela)

Fofinha (4).jpg

 

Mas um dia ela viu um outro lado da personalidade dele e não gostou. Foi numa dessas vezes, estava para começar o cio e nos encontrando na rua ele marchou ao lado dela. Tudo ia muito bem quando apareceu um cão que vez por outra encontrávamos, era malhado e tinha um olho verde e outro castanho. Era forte como Hoby, só um pouco mais baixo. A briga começou e foi feio vê-la de perto. Malu em meu colo assistiu fazendo força pra gente sair de perto. Ódio puro, sem raciocínio, terminou com o outro cão correndo rua afora. Mas Malu ficou apavorada e pediu colo novamente quando tentei coloca-la no chão. Daí por diante a amizade por parte dela arrefeceu. Não se importava mais de visitar o amigo.

Porém, hoje, ela de novo no cio, seguiu para casa do “cachorro amarelo”, como ela gosta que eu o chame. Estacou no portão olhando para o quintal. Os donos da casa apareceram na varanda em cima e falaram:

- Olha, ela veio procurar o Hoby. Mas ele morreu, Maluzinha.

Não quis acreditar: brincadeira!

- Não, Hoby morreu mesmo. Teve um câncer e se acabou em seis meses.

Doença terrível que acabou com um ser tão forte quanto Hoby. Com sua cor amarelo fulvo parecia um leão sem juba. Cada movimento deixava ver sua musculatura perfeita. Nem tentei imaginar aquele belo animal magro e descarnado. Doença terrível. Falei pra ela:

- Vamos Malu, Hoby foi embora, foi lá pra Papai do céu.

Ela me olhou parecendo não acreditar. “Foi embora” significa alguma coisa para ela. Quantos amigos ela já não vê mais. Às vezes ainda para no portão de um ou outro olhando lá pra dentro do quintal até que eu diga: Ele foi embora, Malu. Então ela dá meia volta e sai andando ao meu lado. E eu agradeço a Deus por ela ainda estar aqui, ao lado da gente.    

publicado por joseadal às 10:45
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Sábado, 18 de Outubro de 2014

Vê se olha o que eu tô fazendo, Adal!

Andar com Malu é um exercício de atenção, (você já viu esse lugar aqui em nossa cidade? Pois é, você precisa andar com um cão para ver coisas belas)

 

primaflores (2).jpg

 

com ela tanto reparo em minhas coisas como nas dela. Se encontro alguém que conheço e paro prestando atenção a ele me divido reparando nela, no que está fazendo e como está se sentindo.

- Ah, não vem com essa, Zé! Você consegue saber o que Malu está sentindo?!

Suas ações são meu principal cuidado. Ela anda sem guia – "cordinha" para ela – e tenho de estar ligado se tem algum cão chegando ou passando do outro lado da rua – isto é o mais perigoso. É minha preocupação ver para onde ela está olhando e se fica estática e começa a levantar a cabeça – forma de enfrentamento – me apresso em segurá-la. E isto tudo enquanto ouço o amigo.

Acontece também de sentir que ela está ficando impaciente com minha conversa. Só falta me interpelar: vai ficar aí conversando? esse tempo é meu, quando você for pra rua sozinho, como faz toda hora, converse com quem quiser! vãobora, Adal! E tenho de aguentar isso.

Há outras inquietações. Malu para sempre para cheirar e se percebe algo comestível quer logo comer. Tenho que estar atento: não pode papar coisa da rua, dona Malu! Às vezes basta um: aiaiaiaiai, e ela volta a andar.

Hoje, apesar de tanta vigilância, ganhei um cartão de incompetente. Estávamos atravessando a 33, não vinha nenhum carro, e ela parou. Insto com ela para andar, nada. E a garota nem olha pra mim, sua postura é de quem diz: não tá vendo não, Adal?! Penso: o que não estou percebendo? E ela estacionada no meio do asfalto, pior que um carro aponta lá na Telemar. Ah sim, o pezinho. Sabe? você que dirige, é igual quando a gente fica matutando com o defeito que fez o carro parar. Esse é um dos “defeitos” que fazem Malu ‘fincar pé’, empacar. Levantei-a e lá estava, na mãozinha esquerda, um carrapicho. Tiro é levo uma bocada como agradecimento. Digo: pô, Malu! Mas ela me olha com aqueles olhos castanhos dum jeito que é sorriso malicioso e puxão de orelha: vê se olha o que eu tô fazendo, Adal!

primavera1.jpg

 

- Puxa, andar assim com um cão deve dar o maior estresse, Zé!

Ao fim da caminhada, que se estendeu bastante esta manhã, me sinto descansado. Igual, não, melhor do que se tivesse pedalado conversando com um amigo bem chegado. Malu, mesmo me fazendo ficar sempre atento, me dá paz. Vai explicar.  

publicado por joseadal às 12:00
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Domingo, 29 de Junho de 2014

Malu, com 10 anos, ainda está muito bem e esperta.

Entardecia e Malu estava dando seu passeio da tarde.

Esperou chegar na zebra para atravessar a 33 e eu, depois de olhar os dois lados, deixei-a ir e acompanhei. Este caminho é o que ela normalmente toma para ir brigar com Pepito, umas três quadras adiante. Do outro lado, ela estacou e começou a levantar a cabeça, posição de enfrentamento, própria de quando vê um cão. Olhei em direção ao início da avenida e não vi nada. Instei-a andar, ela deu alguns passos e estacou de cabeça erguida. Tornei a olhar e vi uma menininha de vestido vermelho, mas não vi cão algum. Vamos, Malu – falei. Ela andou mais um pouco e tornou a parar. (ela e Lili assistindo o jogo com o Chile, acho que ela deu sorte ao time)

Há dois dias, levei-a ao pet para tomar banho e a dona me disse: Malu já está com um esbranquiçado nos olhos. Ela já está esbarrando em móveis? Respondi: Não, ela ainda enxerga bem. Lá de casa vê na 33, a 40 m, um cão passeando na calçada.

Agora, o que ela estava vendo? Firmei bem a vista e vi, finalmente, a uns 100 m a menina, um senhor e um cão pequeno. Ora, é um cãozinho, Malu; deve ser bonzinho, vamos – animei-a. Olhando firmemente para lá ela deu dois passos e tornou a parar. Então, olhando melhor, reconheci: era Pepito que vinha puxando a coleirinha. Esperei eles chegarem a 15 m e peguei Malu no colo. Eles quando brigam, ele está do lado de dentro da grade ela do lado de fora. Se se pegam era uma vez. Latiram muito, o dono forcejava com o pequeno que fazia muita força e lá se foram eles. Depois de uma distância segura coloquei Malu na calçada. E olhei-a admirado com sua boa vista – talvez misturada com um bom olfato e algum outro instinto – que a faz, ainda, tão bem e esperta.  

publicado por joseadal às 22:15
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Terça-feira, 15 de Abril de 2014

Tão me chamando de coelhinho Malu. Vê se aguento!

Algumas vezes preciso mesmo comer uns capinzinhos.

Acordo com enjoo na barriguinha, Adal bota meu papa, mas não consigo comer. Então, quando ele me leva para passear procuro meu remedinho. Não pense que seja qualquer capim, e tem uma variedade muito grande. O que me ajuda bem é um que tem uma espiguinha bem pequena e umas folhinhas bem macias. Capim com folha áspera, tô fora.

Tem também umas plantinhas que dão nas calçadas, junto a canaleta, que são uma beleza. Me acalmam a barriga e chegando em casa consigo papar. Lili está sempre me falando de Papai do Céu e acho que é Ele que me deu ideia de comer capinzinho. Nessas horas Adal diz que eu sou igual a um coelhinho. Vê se pode!

 

Mas hoje passaram da conta. Fui tomar meu banhinho e cortar o cabelo. Não gosto nada de fazer isso, mas fico bem comportada. Não dou trabalho pra moça que cuida de mim. Mas não sei porque hoje, depois de colocar meus lacinhos me colocaram umas orelhas ridículas.

Agora, Adal tá me chamando de coelhinho Malu. Vê se aguento!  

publicado por joseadal às 01:40
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Domingo, 6 de Abril de 2014

Até que todos aprendamos a ter amor no coração.

Um procurava a quem pudesse se dedicar. Largado na rua dormia numa borracharia. Estava magro e sujo, sem dono ninguém dava nada por ele. O outro buscava alguém para chamar de seu. Grandes mudanças em sua vida o deixaram só e ansiava ter alguém para amar sem reservas. Moravam distante um do outro, mas uma força maior os juntou. Um pneu furou e o homem parou na borracharia. O cão o rodeava indeciso entre aceitar ou não o homem. Separaram-se assim. Mas o homem voltou para pegar o pneu e dessa vez o cão aceitou ir com ele.

Agora são inseparáveis, Aquiles e Daniel. 

Tantos cães abandonados e maltratados significa, talvez, que os humanos estejam repletos de amor? Ou tantos cães na rua pode indicar que os homens e mulheres estejam dispensando o amor? Os cães convivem conosco há 30 mil anos, e talvez continuem buscando nossa atenção até que todos aprendamos a ter amor no coração. 

publicado por joseadal às 23:55
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Quarta-feira, 5 de Março de 2014

É o que a inteligente repórter queria arrancar da gente.

Na pousada, sentamos a mesa da jornalista Maria, exímia praticante do nobre esporte de levantamento de copo. Este, como o ciclismo, tem a capacidade de exacerbar a verborragia. E em sua maneira direta perguntou a mim e a Lili, a queima-roupa: como vocês se conheceram?

(Piraí cedinho, muito antes dos repiniques, tamborins e tambores começarem o carnaval)

No livro A Brincadeira, que levei para ler, avisa (p.94): “O amor tem tendência a engendrar sua própria lenda, a mitificar seus começos”. Assim, contei o que guardei na lembrança daquele dia muito especial, há 33 anos. “Estava parado a uma esquina quando vi uma bela mulher atravessando a rua vindo do mercado empurrando um carrinho de compra cheio até em cima. Ela parou e cheguei junto perguntado: possa ajuda-la e levar o carrinho? Ela disse: não precisa, moro neste prédio. Engrenei: gostei muito de te ver, podemos nos encontrar logo mais para conversar um bocado? Ela disse: sim".

A repórter e amiga virou para Lili: “E para você, como é que foi?”

Lili contou: “Ele disse que meu esmalte combinava comigo e minhas roupas eram de cores muito alegres...”

A outra pontificou: “Viu, esta é a visão ‘mulherzinha’. É isto que você – virando para mim – deve lembrar sempre".

O livro conta um encontro do personagem com uma jovem: “Por que ao cruzar com ela não continuei o meu caminho? Eu já não encontrara tantas garotas como ela pelas calçadas? Teria sido a luz singular daquela tarde que me fez retardar o passo? Ou teria sido algo no aspecto dela que me tocou e atraiu? Não sei”. Mais a frente ele reconhece que neste encontro “houve de fato uma espécie de visão, sim, vi a essência daquilo que ela se tornou para mim. Eu compreendi na hora, senti e vi claramente como ela era, como uma verdade revelada”.

Outro dia ele lê uma poesia de Frantisek Halas, um poeta húngaro maldito durante o comunismo, acusado de morbidez e de ser existencialista.

"Magra espiga o teu corpo

de onde grão que cai não germina.

Qual espiga magra é teu corpo.

Novelo de seda o teu corpo

recalcado de desejo até o último sulco.

Qual novelo de seda é teu corpo.

Céu de cinzas o teu corpo

e ns tus fímbrias a morte espreita e sonha

Qual céu de cinzas é teu corpo.

Silêncio sem par o teu corpo,

de ver teu pranto tremem minhas pálpebras.

Como teu corpo é silencioso". 

Isso é amor a primeira vista, é poder ver tanto do outro em um breve instante. É o que a inteligente repórter queria arrancar da gente.

publicado por joseadal às 15:33
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Quarta-feira, 8 de Janeiro de 2014

Não era hora de andar com um cão na rua.

Brilha forte desde cedo, nesta época do ano ela incendeia o céu e enche tudo de cores amarelas e douradas.

Quem mandou estarmos assim tão perto de uma estrela. Então, no verão, para andar com Malu na rua tem que se levar em conta a hora do dia. Ou se sai bem cedo, no começo da manhã ou pela tardinha, quando o Sol já está bem baixo no horizonte.

 

No domingo, acordei tarde para pedalar e não pude sair com ela. Malu prefere fazer suas necessidades andando pela rua, mas como sair com ela na hora que voltei. Eram onze horas, o asfalto estava em brasa. Entre um problema e outro a solução foi leva-la debaixo do braço até o gramado da praça da igreja de Santa Cecília e deixa-la caminhar na grama.

Olhando-a, apoiado num coqueiro, pensei em como a vegetação foi importante para a vida animal. O verde das plantas de cobertura do chão refletem fortes vibrações de luz e não guardam a quentura da terra desnuda. Dali, descemos a escadaria sombreada e fomos pela praça Japão, ora ela andava com suas perninhas ora ia debaixo do meu braço. Mas positivamente não era hora de andar com um cão na rua. O Sol está muito quente.     

publicado por joseadal às 10:28
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